A reavaliação ou alteração de uma hipótese diagnóstica não deve ser interpretada de imediato como falha técnica de conduta. O diagnóstico é uma construção contínua fundamentada no conjunto probatório disponível em determinado instante clínico. Com o surgimento de novos sintomas, exames complementares, respostas a testes físicos ou variações no quadro biológico, torna-se mandatório revisar a conclusão inicial para adequar a intervenção.
Nesse cenário, as responsabilidades distribuem-se de maneira clara e complementar:
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