A análise radiológica da articulação temporomandibular frequentemente cai na armadilha do reducionismo quando foca unicamente em detalhes morfológicos locais da cabeça da mandíbula, como a presença de osteófitos, facetas de desgaste e aplainamentos.
Durante muito tempo, tanto a literatura quanto a rotina de emissão de laudos mantiveram os profissionais presos a essas minúcias. No entanto, a presença ou ausência de uma espora óssea isolada não explica o comportamento articular global.
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