O segundo passo consiste em realizar um exame físico e clínico minucioso para mapear sinais, sintomas, presença de patologias, disponibilidade óssea e saúde sistêmica (incluindo testes laboratoriais de coagulação e sangramento). Ao cruzar a expectativa do paciente com suas condições clínicas reais, o cirurgião-dentista define o plano de tratamento e projeta a prótese ideal — garantindo função mastigatória, fonética e estética —, já que para o paciente o implante é a própria coroa dentária visível.