A ocorrência de termos técnicos descritivos, expressões anatômicas aprofundadas ou siglas específicas em laudos de diagnóstico por imagem é comum e reflete a complexidade da análise imaginológica. Quando surgir qualquer incerteza quanto ao significado de uma expressão, o cirurgião-dentista não deve tentar decifrá-la isoladamente e, sob nenhuma hipótese, desconsiderar o apontamento no plano de tratamento.
O laudo radiológico não constitui o encerramento do processo diagnóstico, mas sim parte de um fluxo de trabalho integrado. É fundamental que exista um elo e um canal ativo de comunicação entre o clínico solicitante e o radiologista. Por meio desse diálogo, o dentista pode sanar dúvidas pontuais, pedir que o especialista aponte a localização exata do achado nos cortes tomográficos e compreender a real relevância daquela alteração para a condução do caso.
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