O ponto cego da endodontia: o quarto canal não tratado e o risco de infecção persistente no seio maxilar
ACADEMIC EXPERTS · 1 min de leitura
Entre todos os achados visíveis na tomografia computadorizada Cone Beam, aquele que mais demanda atenção rigorosa do cirurgião-dentista é a persistência de quartos canais não tratados em molares superiores — habitualmente o canal mésio-vestibular 2 (MV2).
É frequente encontrar na rotina tomográfica dentes com obturações endodônticas prévias nas quais o quarto canal passou despercebido na abordagem clínica inicial. Esses condutos residuais permanecem colonizados por patógenos e possuem um potencial patológico considerável para sustentar infecções bacterianas repetitivas e crônicas no ápice dental.
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