A distinção entre exames radiológicos intraorais e extraorais está diretamente relacionada ao posicionamento do receptor de radiação em relação à boca do paciente. Para que qualquer tomada radiográfica seja realizada, são sempre necessários dois elementos centrais: um emissor de radiação de raios X e um receptor para capturar a imagem.
Nos exames extraorais, o receptor e o emissor permanecem localizados integralmente fora da boca do paciente. Exemplos clássicos dessa categoria incluem a radiografia panorâmica, a telerradiografia e a tomografia computadorizada. Em todos esses casos, o paciente não precisa acomodar dispositivos receptores internamente, pois o conjunto opera externamente ao redor da sua cabeça.
Já nos exames intraorais, a regra exige que o receptor da radiação fique posicionado obrigatoriamente dentro da cavidade bucal do paciente. O exemplo mais comum é a radiografia periapical: o sensor ou filme é introduzido e ajustado na boca junto aos dentes, enquanto o aparelho emissor de raios X permanece posicionado externamente na região facial correspondente.
Todo exame radiográfico odontológico depende de dois elementos essenciais: o emissor de radiação e o receptor de imagem.
A classificação entre intraoral e extraoral é definida pela posição do receptor em relação à boca do paciente.
No exame extraoral, tanto a fonte emissora quanto o receptor da radiação situam-se do lado de fora da cavidade bucal.
São modalidades de exames extraorais a radiografia panorâmica, a telerradiografia e a tomografia computadorizada.
No exame intraoral, o receptor da radiação fica obrigatoriamente posicionado no interior da boca do paciente.
O exame periapical é o principal exemplo de modalidade intraoral, com o receptor na boca e o tubo emissor externo
Um emissor da radiação de raios X e um receptor para registrar os feixes e formar a imagem.
O fato de o receptor de radiação e o tubo emissor estarem localizados fora da cavidade bucal do paciente durante toda a captura.
A radiografia panorâmica, a telerradiografia e os exames de tomografia computadorizada.
O receptor (seja película convencional ou sensor digital) fica posicionado diretamente no interior da cavidade bucal do paciente
O tubo emissor fica sempre localizado do lado de fora da boca do paciente, direcionado para a área anatômica a ser examinada
Porque não exigem a introdução de sensores, filmes ou suportes rígidos na cavidade oral, uma vez que a captação é feita inteiramente pelo lado externo.
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