Em tomógrafos odontológicos de alta resolução desprovidos de algoritmos de correção de movimento (Patient Motion Correction — PMC), o índice de repetição de exames chegava historicamente a cerca de 50% — ou seja, cinco repetições a cada dez pacientes atendidos. Com a introdução da tecnologia de correção automática de movimento da Dabi Atlante, essa taxa caiu para no máximo 10% (apenas uma repetição a cada dez exames), gerando ganhos operacionais imediatos e otimização financeira.
A repetição de um exame tomográfico ultrapassa a questão da eficiência interna e impacta diretamente a radioproteção do paciente. Evitar uma segunda tomada elimina a reexposição desnecessária à radiação ionizante, cumprindo preceitos éticos e de biossegurança clínica.
Além dos fatores biológicos e financeiros, há um impacto crítico na percepção de qualidade do serviço. Como a aquisição dura cerca de 20 segundos, o paciente frequentemente acredita que permaneceu perfeitamente imóvel e atribui a necessidade de repetição a uma falha operacional do profissional ou do equipamento. A redução das repetições preserva a reputação da clínica e transforma a experiência do usuário, que passa a valorizar a agilidade e a qualidade do atendimento.
Tomógrafos de alta resolução sem tecnologia PMC apresentavam taxa de repetição de aproximadamente 50% dos exames (5 a cada 10 pacientes).
A tecnologia de correção automática de movimento (PMC) da Dabi Atlante reduziu as repetições para no máximo 10% (1 a cada 10 pacientes).
A diminuição das repetições representa economia financeira direta e eficiência operacional no fluxo diário da unidade de imagem.
Evita-se a reexposição do paciente a doses adicionais de radiação ionizante.
O paciente tende a achar que esteve imóvel durante os 20 segundos do exame e interpreta a repetição como erro técnico da clínica, prejudicando a percepção da marca.
Sistemas rápidos e automatizados mudam a avaliação do paciente de insatisfação para percepção de agilidade e excelência.
Em tomógrafos de alta resolução sem a tecnologia PMC, a taxa de repetição chegava a cerca de 50%, repetindo-se o exame de 5 a cada 10 pacientes atendidos.
Com o algoritmo que corrige automaticamente a movimentação do paciente, o índice caiu expressivamente para no máximo 10%, representando no máximo 1 repetição a cada 10 exames.
Porque reduz o custo de hora-máquina, evita o retrabalho dos operadores, agiliza a liberação da sala e aumenta a capacidade de faturamento da unidade de imagem..
Garante o princípio da radioproteção ao evitar que o paciente seja exposto duas vezes à radiação ionizante para obter o mesmo diagnóstico.
Como o exame dura aproximadamente 20 segundos, o paciente acredita que ficou estático; ao receber a solicitação de refazer a tomada, deduz que houve falha operacional da equipe ou do equipamento.
A ausência de repetições combinada à rapidez do escaneamento gera uma reação positiva imediata, fazendo o paciente enaltecer o atendimento como ágil e diferenciado.
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