Para obter um modelo tridimensional preciso e um planejamento confiável, é indispensável seguir a sequência de escaneamento intraoral recomendada pelo fabricante. A execução padronizada do trajeto previne os principais erros de processamento e permite extrair o melhor rendimento do scanner intraoral.
O procedimento deve começar pela face oclusal do último dente posterior (região de molares), deslocando a ponteira continuamente até a região anterior. No segmento de canino a canino, o operador deve alternar o movimento entre as faces vestibular e palatina, já que a borda incisal delgada pode gerar imagens duplas se for percorrida em linha reta isolada. Após essa transição, o scanner continua pela oclusal até o último dente do lado oposto da arcada. Em seguida, inclina-se a ponteira para a face palatina, realizando uma varredura contínua por toda a sua extensão.
Para capturar a face vestibular, deve-se primeiro apoiar o scanner na face oclusal previamente registrada — que oferece maior densidade de referências anatômicas — e incliná-lo para a vestibular, escaneando até a linha média e captando uma faixa de gengiva essencial para o registro oclusal; o mesmo processo é repetido a partir do lado oposto até fechar a arcada. A sequência das arcadas consolida-se em maxila, mandíbula e registro de oclusão. Durante todo o processo, o operador deve manter movimentos suaves e contínuos, acompanhando a reconstrução em tempo real na tela para evitar que movimentos bruscos desorientem o software.
Seguir a sequência recomendada pelo fabricante é fundamental para prevenir erros de leitura e obter um modelo 3D preciso.
O escaneamento da arcada deve iniciar pela face oclusal no último dente posterior e avançar até a região anterior.
Na região de canino a canino, deve-se alternar entre as faces vestibular e palatina para contornar a espessura delgada da incisal e evitar duplicações de imagem.
O retorno à face oclusal serve como ancoragem anatômica para iniciar a inclinação e a varredura da face vestibular até a linha média.
A captura da face vestibular deve englobar uma faixa essencial de gengiva para viabilizar o correto registro de mordida (oclusal).
A sequência padrão de etapas para o escaneamento completo é: maxila, mandíbula e registro de oclusão.
Movimentos bruscos com o scanner fazem o software perder a referência espacial ou duplicar imagens na malha tridimensional.
Porque a face incisal dos dentes anteriores é muito estreita e afinada, o que dificulta o rastreamento óptico pelo scanner e pode gerar duplicação de imagem se percorrida de forma linear.
O scanner deve ser posicionado primeiro sobre a face oclusal já mapeada — onde há maior quantidade de referências anatômicas — para em seguida ser inclinado em direção à vestibular até a linha média.
A captura de uma faixa suficiente de gengiva inserida é necessária para fornecer área de sobreposição e referências estáveis no momento do registro da oclusão no software.
A sequência clássica estabelece o escaneamento da maxila, seguido pela mandíbula e finalizando com o registro de oclusão do paciente, podendo receber etapas complementares conforme o caso.
Movimentos rápidos ou descontrolados fazem o equipamento perder a identificação dos marcos anatômicos no software, gerando artefatos de duplicação ou travamento da malha.
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