A transformação de uma tecnologia promissora em ambiente acadêmico em uma ferramenta resolutiva para o consultório representa o cerne da pesquisa translacional em saúde. No campo das soluções baseadas em inteligência artificial, muitos sistemas demonstram excelentes índices de assertividade em artigos científicos sob condições laboratoriais controladas, mas falham quando expostos às variações do atendimento clínico diário.
Para transpor essa barreira e assegurar que a ferramenta funcione na prática, o caminho indispensável é o retorno à evidência científica aplicada. Os estudos precisam migrar do ambiente puramente computacional ou in vitro para ensaios em cenários clínicos concretos.
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