Bruxismo não deve ser tratado simplesmente como uma doença que precisa ser “eliminada”. O consenso internacional atual define o bruxismo como uma atividade dos músculos mastigatórios, que pode ocorrer durante o sono ou em vigília, e destaca que, em indivíduos saudáveis, ele deve ser entendido como um comportamento que pode representar fator de risco — e, em determinadas situações, até ter efeitos protetores — para algumas consequências clínicas (LOBBEZOO et al., 2018).